quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Barks † 10 Anos


Última capa desenhada por Carl Barks (1901-2000)

8 comentários:

Chabacano 25 de agosto de 2010 22:16  

Bela capa com o traço inconfundível do "Senhor Pato"! Alguém que passou 1/2 da sua vida desenhando patos e criando histórias para patos certamente viu uma grande luz branca no fim do túnel ao chegar do outro lado.

BLOG DO XANDRO® 26 de agosto de 2010 01:49  

Hum..não sabia que era a última capa desenhada!:o

Que por sinal saiu na Ed.01 do Pato Donald EXTRA!:D

Mil vivas a Carl Barks!!;)

lcmpereira 26 de agosto de 2010 07:37  

Gênio absoluto dos quadrinhos. Simples assim.

Rafael 26 de agosto de 2010 23:41  

Achei esta poesia do próprio Barks. Pena que não consigo traduzi-la...

Ode to the Disney Ducks

They ride tall ships to the far away,
and see the long ago.
They walk where fabled people trod,
and Yetis trod the snow.

They meet the folks who live on stars,
and find them much like us,
With food and love and happiness
the things they most discuss.

The world is full of clans and cults
abuzz as angry bees,
And Junior Woodchucks snapping jeers
at Littlest Chickadees.

The ducks show us that part of life
is to forgive a slight.
That black eyes given in revenge
keep hatred burning bright.

So when our walks in sun or shade
pass graveyards filled by wars,
It's nice to stop and read of ducks
whose battles leave no scars.

To read of ducks who parody
our vain attempts at glory,
They don't exist, but somehow leave
us glad we bought their story.

Carl Barks – 1999

lcmpereira 27 de agosto de 2010 15:19  

Oi, Rafael,

Obrigado pela poesia.

Em uma tradução livre e canhestra, acho que o sentido é mais ou menos o seguinte:

“Eles cavalgam grandes navios para o distante,
e vêem o há muito passado.
Eles caminham onde os fabulosos pisaram,
e na neve onde o Yet pisou.

Eles encontram-se com os povos que vivem nas estrelas,
e descobrem que eles são como nós,
Sendo comida, amor e felicidade
as coisas que mais discutem.

O mundo é cheio de clãs e cultos
alvoroçados como abelhas furiosas,
E os Escoteiros Mirins tirando fotos
do menor dos pássaros.

Os patos nos mostram que parte da vida
é perdoar um deslize.
Que olhos negros fixados em vingança,
Acabam mantendo o ódio queimando

Assim, quando, em nossas caminhadas no sol ou sombra,
Passarmos por cemitérios preenchidos por guerras,
É bom parar e ler os patos
cujas batalhas não deixam cicatrizes.

Ler os patos que parodiam
nossas vãs tentativas de glória,
Eles não existem, mas de alguma forma
deixam-nos contentes ao compramos sua história.”

Um abraço

Rafael 27 de agosto de 2010 18:15  

Olá,Icmpereira...
MUITO OBRIGADO PELA TRADUÇÃO !!!
Já copiei e colei em meus arquivos, também imprimi e vou guardar junto com uma cópia da última capa (Donald Bombeiro), afinal de contas esta poesia data de 1999 (1 ano antes do Barks falecer). Muito obrigado mesmo!!
Em tempo: Planeta Gibi, vcs conseguem descobrir mês ou pelo menos o ano da criação dessa capa do Barks? Este foi seu último trabalho somente relativo à capas ou depois ainda criou alguma história? Valeu!!!

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